domingo, 26 de junho de 2011

Moçambique, para onde vais?

Moçambique alcançou a Independencia em 1975, através de uma Luta Armada, dirigida pela Frente de Libertação de Moçambique, passam 36 anos que decidimos os destinos do nosso país.

Quando tomamos o país, recebemos uma banca rota, um estado sem quadros.
E foi tomada uma decisão inteligente ao expulsar os colonizadores para o seu país de origem, permitindo assim que os moçambicanos aprendessem a governar o seu país.

Logo a seguir, o Estado nacionalizou as infraestruturas de habitação, comércio, saúde, entre outras, devido ao seu regime economico-político de orientação socialista. Foi-se eliminando a classe burguesa.

No entanto, surge a guerra civil, que desestabilizou o regime, destruiu fábricas, hospitais, escolas, além de ter criado danos morais, o que impediu o desemvolvimento de Moçambique.

No entanto, superamos esta grande barreira e o Estado foi se desenvolvendo, através de acordos, parcerias, etc.

Estamos numa fase em que precisamos de nos engajar, decidir o que queremos para cada moçambicano e o que cada moçambicano deve fazer por Moçambique.

O Estado não deve desviar o seu programa e orçamento para subsídios. O estado tem a tarefa principal de fornecer os serviços básicos ao povo, educação, saúde, habitação, etc, não deve desviar das suas funções principais, pois quando o faz, fragiliza a sua actuação central.

É preciso que os governantes comuniquem devidamente ao povo sobre quais são os caminhos para que o povo alcance a vitória.

Todos nós sabemos que para deixarmos de depender da ajuda externa, temos de produzir, através da agricultura, que por sua vez irá promover outros sectores de actividade, sabemos disso, agora a pergunta é, como?

Temos de produzir de verdade, não deve ser o excedente da produção familiar a ser desponibilizado para o nosso consumo, isso não funciona em qualquer estado.

O Estado não pode delegar outras instituições, neste momento, é sua tarefa principal, mas deve buscar apoio de privados.

Deve ser feita uma distribuição correcta dos recursos; alfaias agricolas no campo, o professor na escola, o enfermeiro no posto de saúde.

E só juntos poderemos caminhar, SEM DEPENDER DE MANDATOS, MAS SIM DE PROGRAMAS CONCRETOS.

Bem haja.

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ªSó sei que nada sei.ª

Sócrates